Eu sou junkie pra caralho. Cheguei em casa agora e estou me esbaldando com um Toddynho e um bebêzinho (nome tonto de paulistanos pr'um bolinho gostoso).
Nossa, como meus arquivos eram engraçados. Por algum motivo em algum ponto entre 2003 e 2004 eu cai em um vórtice decadente de piadas sem graça. Mas se vocês lerem antes disso, eu até era um cara legal.
Vocês façam o favor de lotar minha caixa de e-mails com e-mails que tenham titulos que pareçam importantes, por que eu sinto que soy un perdedor i`m a loser baby, so why don`t you kill me? quando eu abro a caixa de e-mails e há uma semana que tudo qeu eu recebo são e-mails do meu grupo de geomorfologia estrutural. A propósito, mandem para esse e-mail, por que ele parece mais importante.
- Ai, como é triste ficar tanto tempo sem ir na praia, Emiliano!
-O QUE?! Dez anos sem ver o mar? Como você conseguiu?
- Ai, zentsi, praia é tudo de bom!
Paulistanos, entendam. A praia não faz grande falta na vida de uma pessoa. É areia, coqueiro, mar, horizonte. E você ainda chega queimado em casa no final do dia. Deus que me livre!
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A propósito, vou pra Cananéia no final de semana que vem... Mas só vou por que é trabalho de cmapo de geomorfologia. Geomorfologia é tudo de bom, rapaz!
Alguém aí, que sabe um pouco mais de economia, pode me explicar quão importante o Delfim Neto é? Eu que fui responsável pelo canhão (de projeção, ô, bobão!) na palestra dele hoje aqui na FEA. Fera!